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de 2008.















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Chico Chagas.
Aos 6 anos de idade ele tinha a certeza de que sua vocação era ser músico. Com ajuda do pai Chico Arigó, herdou o perfeccionismo e conseguiu uma rápida evolução em seu trabalho. Chiquinho Chagas, tornou seu nome respeitado no mundo da música brasileira como tecladista, acordeonista e pianista. Chiquinho exibe a preocupação com o resgate e valorização da música brasileira.
Chico não vê aptidão para outro talento que não seja fazer música, diz que ela é a oitava maravilha do mundo. Chico Chagas começou a tocar com seis anos de idade por incentivo do pai, Chico Arigó, um dos grandes nomes da música acreana. Conta que ele o colocava para estudar todas as noites, em algumas vezes até tentava se esconder, mas era sempre encontrado. Todo o esforço era a vontade de Arigó em ter um filho músico e quando percebeu que Chico tinha aptidão não hesitou em ensiná-lo acordeom, que é seu instrumento.
Aos 15 anos, Chico Chagas saiu de casa e foi sozinho para Porto Velho, com o objetivo de estudar com o músico Chico Freitas. Depois de sete meses voltou para casa. Aos 18 anos, o pai o liberou para caminhar sozinho, afirmando que estava preparado.
Na segunda aventura, ele retornou à Porto Velho, dessa vez por um ano e três meses. Quando Chico Freitas foi embora para o Rio de Janeiro, Chico Chagas foi convidado em uma banda chamada Caravela do Madeira.
No Rio de Janeiro, o acreano tocava na noite para pagar os cursos de harmonia, improvisação e piano erudito, que fazia em três escolas. Daí foi chamado para fazer trabalhos com o cantor Zeca Pagodinho e grupo de humor Casseta e Planeta. Depois do trabalho com pessoas conhecidas nacionalmente não parou mais. Além das participações musicais em diversas novelas da Rede Globo, ele dividiu o palco com cantoras como Cássia Eller, Ivone de Lara e Elza Soares.
Teve o prazer de gravar um CD com o francês Nicolas Krassik e o grandioso Naná Vasconcelos.
CHICO CHAGAS REINVENTA O ACORDEOM.
Em seu disco de estréia, lançado pela gravadora Rob Digital, Chico Chagas utiliza um repertório eclético para mostrar toda a versatilidade de seu instrumento favorito: o acordeom. Em...E por falar em acordeom, Chico mistura choro, samba, rock, MPB e, claro!, forró de forma inovadora, e é capaz de conquistar os mais exigentes fãs da música brasileira.
Produzido por Luiz Avellar, o CD apresenta 13 faixas, entre as quais ganham destaque os arranjos sofisticados e solos de sax criados para "Day Tripper", releitura jazzística de um clássico dos Beatles. O repertório inclui ainda composições de Djavan, Marisa Monte e Pixinguinha, além da música "Rio Branco", escrita pelo próprio Chico Chagas para homenagear a capital do seu estado de origem. Neste trabalho, o músico faz jus à tradição brasileira do acordeom e retira deste instrumento o rótulo de folclórico.
O instrumentista acreano descobriu sua vocação para a música aos seis anos de idade. Incentivado por seu pai (o músico Chico Arigó), Chico Chagas começou a estudar piano e teclado, mas, assim que se aprofundou na musicalidade do acordeom, percebeu que tinha encontrado seu par perfeito. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde tocava na noite e freqüentava cursos de harmonia, improvisação e piano erudito. Gravou, produziu e se apresentou com grandes nomes da música popular brasileira como Cássia Eller, Naná Vasconcelos, Maria Betânia, Zeca Pagodinho, Adriana Calcanhoto, Paulo Moura e Carlos Malta, entre outros.
Paralelamente às gravações de ...E por falar em acordeom, Chico Chagas realizou toda a produção musical do sexto CD do Trio Forrozão, que também está sendo lançado pela gravadora Rob Digital.
Confira mais sobre a carreira de Chico Chagas em: www.chicochagas.com
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